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5 revistas digitais feitas por mulheres, para mulheres e pelas mulheres

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Fui conhecendo cada um deles ocasionalmente, o que me levou a fazer pesquisas primeiro por “mulheres influentes na internet” – e depois descobri seus feitos: revistas digitais e blogs inteiramente dedicados ao pensamento feminista e ao debate do tema nos mais variados âmbitos.

Você precisa conhecer a história de cada uma destas revistas, de quem escreve para elas e assinar as páginas!

A Capitolina é uma revista online independente para garotas adolescentes, criada também por este público com a intenção de estabelecer um diálogo honesto, acessível e inclusivo – sem restrições de classe social, raça, orientação sexual, aparência física, ou qualquer outra forma de interesse.

As meninas fizeram um livro com os melhores textos publicados em 1 nao de revista, que está disponível para compra aqui.

 

O Lugar de Mulher é um blog criado por três mulheres (Polly, Mari e Clara) que se cansaram de ver sites bobocas e fúteis, que rotulavam as mulheres a um tipo de caminho e gosto específico, com todo o tipo de frescurites não representativas para a maioria de nós. Daí elas criaram o Lugar de Mulher e também o livro.

São textos que convidam à reflexão sobre o feminismo e o nosso papel na sociedade – com muita honestidade e liberdade – e especialmente ao direito de você ser quem é, do jeito que é e não precisar se moldar ou abaixar sua cabeça.

Olha este post sobre cientistas brasileiras, que ótimo.

Olga é um projeto feminista criado em abril de 2013 pela jornalista Juliana de Faria, com o objetivo de criar conteúdo que reflita a complexidade das mulheres, com respeito e “a seriedade que pessoas capazes de definir os rumos do mundo merecem”. A missão é empoderar mulheres através da nformação e sua luta é fazer com que tenham mais escolhas – “nunca menos” – assim como a garantia de que tenham liberdade e informação corretas para suas escolhas.

Entre as bonitezas do site, está a parte jurídica, com informações e meios através do qual mulheres podem denunciar abusos e qualquer tipo de violência.

 

 

A Revista AzMina é uma publicação online e gratuita para mulheres de A a Z. Nela, há jornalismo investigativo acessível, cujo objetivo é usar a informação para combater os diversos tipos de violência que atingem mulheres brasileiras, considerando as diversidades de raça, classe e orientação sexual.Nas redes sociais já criaram campanhas de conscientização como a #MamiloLivre e #CarnavalSemAssédio. O time de colaboradoras é enorme! Se quiser colaborar, pode assinar a revista através do Benfeitoria.

De todas elas, aLagarta foi a primeira que conheci e fiz contato imediato! 🙂  aLagarta nasceu em 2010 com o intuito de ser uma revista para mulheres, colaborativa e com foco na liberdade criativa.  Ao todo, são 20 edições digitais publicadas, vários projetos especiais co-criados com diferentes marcas e 6 anos de história. A revista é uma eterna mutante, tem vida própria e vira borboleta toda vez que lança uma nova edição. Ela toda feita por mulheres, de escritoras e fotógrafas, com textos, fotos e um layout lindo e delicado.

A idéia de todas elas é a mesma: a de debater assuntos de interesse, levar à sociedade os direitos e os poderes das mulheres, fazer com que elas mesmas se conheçam e tenham mais consciência do caminho que foi feito para estarem onde estão e da responsabilidade que têm em mãos, da liberdade de serem quem são, do jeito que quiserem e estar onde bem entenderem. A palavra que resume é uma só – e é linda:

Sororidade.

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